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President Lula authorizes Rio 2016 project beltway works
Wednesday, May 14, 2008The construction of the new road, which will cut down on Rio de Janeiro city’s bottlenecks, reassures the government’s commitment with the bid.
The construction of Rio de Janeiro’s metropolitan beltway, which is part of the 2016 Olympic Games bid, has started. President Luiz Inácio Lula da Silva authorized the startup of works on Monday, in Itaguaí, at Rio de Janeiro’s lowlands, besides governor Sérgio Cabral Filho.
Included in the Growth Acceleration Program (PAC), the lane between roads will cross eight Rio de Janeiro cities. It will solve the bottlenecking problems and traffic of trucks on Rio de Janeiro’s urban roads. Altogether, 145 kilometers of road will direct the cargo transport to the north region of the state.
Lula also took the opportunity to reassure his support to Rio 2016 bid campaign. According to the President, the goal is to offer all possible conditions for the full development of the city.
- The start of the works emphasizes the federal government’s commitment to Rio de Janeiro’s bid to the 2016 Olympic Games and helps the city to make up the whole infrastructure required to host the event – he said.
The governor Sérgio Cabral emphasized that the road will be quite significant for the people living in the state. It consists in four stretches that cross the cities of Itaboraí, Guapimirim, Magé, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Japeri, Seropédica and Itaguaí, located in the Metropolitan Region.
- It is one of the greatest transport investments ever made in Rio de Janeiro, which represents an important goal of Rio 2016’s bid and it will be a long-lasting legacy for the metropolitan region’s population – he said.
For the Brazilian Olympic Committee’s President, Carlos Arthur Nuzman, it is another proof of the government’s commitment to the bid.
- We can show to the International Olympic Committee Members that Rio de Janeiro is getting prepared to host the 2016 Games – he stated.
Fonte: www.rio2016.com.br
Investimentos no Rio de Janeiro
| Principais Investimentos |
O Rio além do petróleo
O Rio de Janeiro permaneceu como capital do Brasil até o ano de 1960. Com a mudança da capital para Brasília, criou-se uma indefinição do papel do novo estado perante o Brasil. As décadas seguintes foram marcadas pela desindustrialização da Região Metropolitana e pela transferência do setor financeiro da cidade do Rio de Janeiro para São Paulo.
Passados quase 50 anos deste esvaziamento político e econômico, o Rio de Janeiro dá sinais de reencontrar suas vocações e potencialidades, redefinindo seu papel na federação brasileira. Atualmente, o Estado do Rio de Janeiro passa por uma fase de grandes investimentos, que chegam a quase R$ 100 bilhões. A conjuntura política também é favorável. Registra-se um inédito alinhamento entre os governos federal, estadual e municipais, incluindo a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, que permite que esses investimentos sejam articulados com os interesses e as necessidades da sociedade fluminense.
É verdade que grande parte desses investimentos está ligada a um importante recurso natural, que é a existência de abundantes reservas de petróleo na Bacia de Campos no Norte Fluminense. Estão previstos investimentos da ordem de R$ 56 bilhões na exploração e produção de petróleo e gás naquela região nos próximos quatro anos.
Mas nem só de produção de petróleo vive a economia fluminense. Estão previstos também investimentos da ordem de R$ 21 bilhões no refino do petróleo. O Comperj, em Itaboraí, e a Reduc, na Região Metropolitana, são refinarias petroquímicas que agregam valor ao petróleo e ao gás extraídos da Bacia de Campos. Essas refinarias fornecem insumos para outras indústrias químicas que já se encontram ou virão se instalar nessas regiões. A reforma da Reduc permitirá sua adequação às novas exigências ambientais de qualidade e segurança mundiais. O Comperj também será uma refinaria de padrão internacional. Contará com uma tecnologia de ponta, sendo capaz de refinar o óleo pesado da Bacia de Campos e gerar subprodutos com alto valor agregado.
Ainda na área de energia, cabe citar a construção do Gasoduto Vitória-Cabiúnas, no valor de R$ 4 bilhões de reais, e a instalação do Terminal de Gás Natural Liquefeito, na Baía de Guanabara, no valor de R$ 300 milhões. O grande significado destes investimentos é dar segurança energética ao investidor.
O Estado do Rio de Janeiro vem se consolidando também como um importante pólo siderúrgico do Brasil. Além da existência da tradicional Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em Volta Redonda, também estão previstos investimentos da ordem de R$ 13 bilhões em três novas siderúrgicas. A Thyssen Krupp CSA – Companhia Siderúrgica está implantando uma usina com capacidade de processamento de 5 milhões de toneladas de aço/ano, voltada, nesta fase, à exportação. A CSN está discutindo com o governo estadual um plano de investimentos que contempla a instalação de uma nova usina, em Itaguaí, além de aumentar o valor agregado dos produtos da unidade de Volta Redonda. A Votorantim está em negociação para a implantação de uma usina não integrada, em Resende, para atuar no mercado de produtos não planos. O fortalecimento do setor siderúrgico no Rio de Janeiro é muito importante para dar vigor a outras indústrias, como a automobilística e a de construção civil, que têm grande encadeamento com outros setores produtivos.
Além desses investimentos industriais produtivos, o Estado do Rio de Janeiro também contará com a alocação de cerca de R$ 2 bilhões em logística. O estado se situa no sudeste, a região geoeconômica mais importante do país, que responde por mais de 50% do PIB brasileiro. Sua posição privilegiada é reforçada pela extensão de sua linha de costeira de 636 km. Assim, serão investidos R$ 200 milhões na dragagem Porto de Sepetiba, melhorando as condições para a exportação das siderúrgicas instaladas naquela área. Outro investimento importante é a construção do Porto do Açu, orçada em R$ 700 milhões, que incrementará o apoio logístico à produção e comércio de petróleo da Bacia de Campos. Finalmente, está orçada em R$ 650 milhões, a construção do Arco Metropolitano do Rio de Janeiro. O Arco ligará Itaguaí a Itaboraí, passando por fora da cidade do Rio de Janeiro e deslocará o fluxo de cargas que cruza a cidade para atravessar a Baía de Guanabara. Essa obra faz parte PAC, do governo federal, e conta a elaboração de um Plano Diretor, por parte do governo estadual, que mapeará a ocupação do entorno desta via de forma ordenada, respeitando as vocações locais e promovendo o desenvolvimento dos municípios da Baixada Fluminense.
Outro investimento importante, da ordem de R$ 2 bilhões, e alinhado com a vocação turística do estado é a construção de três resorts cinco estrelas ao longo da zona costeira, em Cabo Frio e Marica. Esses empreendimentos gerarão emprego e renda e incrementarão o turismo. O Rio de Janeiro é o estado mais visitado do Brasil, recebendo, em 2006, 1,6 milhão de turistas estrangeiros e 4,5 milhões de turistas brasileiros e atraindo 32% dos turistas estrangeiros que vieram ao Brasil.
Uma nova alternativa à geração de emprego e renda é a recente aprovação, pela Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, do projeto de lei, que institui o Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE) no Rio de Janeiro. A nova lei visa o ordenamento e a regulamentação da silvicultura econômica no território fluminense, como o plantio de eucalipto, para a produção de papel e indústria moveleira. A nova lei leva em conta as diferentes condições ambientais de cada região fluminense. As empresas deverão plantar 20 hectares de espécies de Mata Atlântica para cada 100 hectares de monocultura implantada. Esses percentuais dependem do nível de degradação do solo já existente em diferentes regiões. O menor percentual de exigência será nas regiões do Norte e Noroeste fluminenses, que sofrem processo de desertificação. Em outras regiões, como a Serrana, haverá exigências mais rigorosas, no sentido de se preservar áreas de Mata Atlântica ainda existente. Já nas áreas de Parati, Angra dos Reis e Mangaratiba, onde há grande concentração de Mata Atlântica, a nova lei é ainda mais rigorosa que a anterior existente.
Felizmente, o Rio de Janeiro mantém-se como pólo cultural do Brasil. A Cidade do Rio de Janeiro firmou-se como um pólo gerador de cultura e agregador de artistas. Além disso, a arquitetura histórica e variada, além do clima propício, faz com que o Rio abrigue 65% da produção nacional de cinema.
Além de pólo cultural a Cidade do Rio de Janeiro é importante formadora de mão-de-obra qualificada. A presença de um grande número de universidades e centros de pesquisa de excelência além de uma infra-estrutura básica (maior pólo de telecomunicações do país) faz da capital um importante Pólo de Tecnologia da Informação.
Além do desafio da construção de novas estratégias, o Estado do Rio de Janeiro vem se empenhando em dar ao Brasil transformações exemplares no campo da administração pública e da equação social. As favelas da Rocinha, de Manguinhos e do Alemão receberão investimentos da ordem de R$ 1,2 bilhão para urbanização, saneamento e integração com a malha urbana.
O Governo buscará aumentar sua capacidade de investimento através de um ajuste fiscal e de um programa de melhoria da qualidade do gasto público. Pretende-se criar no Rio de Janeiro um ambiente de negócios pró-mercado, contemplando a concessão de incentivos financeiros e tributários para atrair novas empresas e fortalecer as existentes, pautando sempre esses investimentos com responsabilidade sócio-ambiental.
O fortalecimento da economia fluminense depende também de uma articulação do poder de compra que consiste em incentivos para que as empresas do Rio de Janeiro busquem seus fornecedores dentro do estado. A idéia é apoiar o desenvolvimento regional e os arranjos produtivos locais como dinamizadores da economia do interior.
Um desenvolvimento perene do Rio de Janeiro, além do atual ciclo do petróleo, depende também da solução de questões chaves, como segurança, educação, habitação e desemprego. A idéia é que a revitalização da Região Metropolitana, através dos novos investimentos produtivos e sociais, a transforme numa área de padrão internacional, num local de convivência humana excelente e pacífica.
Fonte: Portal do Governo do Estado do Rio de Janeiro
Projetos Estruturantes
Barra do Furado
As indústrias de petróleo, gás e do setor pesqueiro instaladas no Canal das Flexas, região que abrange os municípios de Quissamã e Campos, no Norte Fluminense, serão as principais beneficiadas pelo investimento de R$ 210 milhões, em obras de infra-estrutura.
O projeto tem entre suas principais características a diversidade de suas instalações. Estão previstos, entre outros benefícios, a construção de um estaleiro de grande porte, um porto para servir como base de apoio à Bacia de Campos, um terminal pesqueiro e uma marina, podendo ainda ser desenvolvido um condomínio industrial com núcleo habitacional. Também está incluída a dragagem e a manutenção do Canal da Barra do Furado e duas áreas de retro porto, local usado para armazenar e administrar os produtos (cargas) que chegam no porto.
O projeto vai gerar 1,5 mil empregos durante o período da obra e 2 mil empregos na cadeia produtiva, até 4 anos após o término da construção, previsto para dezembro de 2008. A expectativa de faturamento anual naval é de US$ 100 milhões.
BR 101 NORTE
A privatização da BR-101 Norte é mais uma proposta do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) que vai beneficiar o Estado do Rio de Janeiro. O projeto consiste na instalação de postos de pedágio em 320 quilômetros da rodovia, no trecho que vai da Ponte Rio-Niterói até a divisa com o Espírito Santo. A cada 65 quilômetros, em média, vão ser construídas cinco praças de pedágio, com baixo volume de obras e melhorias.
A Rodovia BR-101 Norte recebe grande movimentação de cargas e serviços da Bacia de Campos, que produz 85% do petróleo do Brasil. É também uma das principais vias de ligação entre as regiões Norte e Sul do país, pelo litoral.
O projeto de concessão, que vai vigorar por 25 anos, inclui ainda a duplicação da pista em 70 quilômetros, além de trechos em terceira faixa e o contorno em Campos em pista simples.
BR 101 SUL
A duplicação do trecho entre a Avenida Brasil até a entrada para o município de Mangaratiba da BR-101 Sul vai melhorar o acesso ao Porto de Sepetiba além de beneficiar o transporte para escoamento da futura produção de aço da ThyssenKrupp CSA, CSN e a atual da Gerdau. O projeto também vai reduzir o risco de acidentes, comuns, principalmente nos feriados. A iniciativa está prevista no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal.
Privatização da BR-393
A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Serviços (Sedeis) está articulando como governo federal a privatização da BR-393, importante ligação entre as regiões Sul e Sudeste com o Nordeste brasileiro. A estrada serve como um desvio entre a BR-116 Sul (Rio-São Paulo) e a BR-116 Norte (Rio-Bahia) por encurtar distâncias, a partir da conexão via Barra Mansa, e é fundamental para o transporte de cargas, o que torna o intenso o tráfego de caminhões.
São 200 km de estrada no estado, desde o entroncamento com a Via Dutra, próximo a Barra Mansa, até a divisa com Minas Gerais, passando por importantes cidades, como Barra do Piraí, Vassouras, Paraíba do Sul, Três Rios, Santo Antônio de Pádua e outras. A União tem a intenção de repassar à iniciativa privada as tarefas de operação e manutenção durante 25 anos. De acordo com o projeto, deverão ser implantadas três praças de pedágio, numa média de uma praça a cada 67 km.
Para o Rio de Janeiro a melhoria trará muitas vantagens, já que o trecho necessita de diversas obras de infra-estrutura, para oferecer condições de tráfego seguras e confortáveis para os usuários.
Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj)
O Comperj vai ocupar uma área de 45 milhões de m2, no município de Itaboraí, Região Leste do estado, para produção de resinas termoplásticas e combustíveis. O investimento, estimado em US$ 8,5 bilhões, é considerado o maior da história da Petrobrás e vai consolidar o Rio de Janeiro como o grande concentrador de oportunidades de negócios no setor, além de atrair para o estado indústrias de bens de consumo que utilizam produtos petroquímicos em suas matérias-primas básicas.
O Projeto vai utilizar tecnologia inovadora, capaz de processar cerca de 150 mil barris/dia de óleo pesado de Marlim, partindo para os gases petroquímicos, que vão resultar nas resinas utilizadas na terceira geração. Também está prevista a recuperação florestal da região, com formação de corredores de biodiversidade.
A estimativa da Petrobras é de que o complexo petroquímico gere cerca de 212 mil empregos diretos e indiretos. O Comperj deve entrar em operação, em 2012, para ampliar a produção nacional de produtos petroquímicos, melhorando a geração de trabalho e renda nos municípios envolvidos no projeto e nas regiões vizinhas, além de aumentar a arrecadação para o estado e municípios.
Complexo do Açu
O projeto compreende, entre outras instalações, um porto em Barra do Açu, Município de São João da Barra, no Norte Fluminense, e um mineroduto a partir do interior de Minas Gerais. O investimento da MMX, empresa responsável pelo empreendimento, será de US$ 2,35 bilhões. A previsão de geração de empregos é de 1,3 mil diretos e 3,8 mil indiretos na construção, e 600 diretos e 1,8 mil indiretos na operação.
Projetado para ter 525 quilômetros, o mineroduto – praticamente todo ele subterrâneo – será o maior do mundo. Transportará a produção de minério de ferro da MMX, extraída em Conceição do Mato Dentro, Minas Gerais, até o Porto de Açu, cortando 32 municípios.
O complexo terá capacidade para receber navios cape size (capacidade igual ou superior a 80 mil toneladas, que são grandes demais para cruzar o Canal do Panamá) de até 250 mil Tpb (toneladas de porte bruto). Pelo porto serão escoados até 26,5 milhões de toneladas/ano de minério de ferro de alto teor, a partir de 2011.
Complexo Aeroportuário de Cabo Frio
O complexo aeroportuário de Cabo Frio vai passar por uma série de reformas. A idéia é aumentar o turismo na Região das Baixadas Litorâneas, atender à indústria petrolífera das Bacias de Campos e de Santos e fomentar o comércio exterior, permitindo, por exemplo, a exportação de pescado, frutas e flores.
Está prevista a ampliação da pista; a adequação do pátio de aeronaves; a implantação do terminal de cargas para produtos perecíveis e a implantação de um entreposto industrial (Aeroporto Indústria) na área adjacente ao aeroporto.
O projeto está sob a responsabilidade da operadora Costa do Sol. A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Comércio promove a articulação com a Receita Federal para a implantação da alfândega no aeroporto.
Novos Resorts
As regiões dos Lagos e da Baía de Ilha Grande se preparam para um novo impulso, especialmente no setor de turismo de alta renda. Três resorts de grande porte vão ser construídos no estado.
Na Região dos Lagos dois complexos hoteleiros de alto luxo vão surgir para alavancar o turismo local. Na Praia do Peró, o projeto prevê a construção de seis hotéis de luxo, além de zonas residenciais. O investimento da construtora Agenco será de US$ 30 milhões O Reserva do Peró, como está sendo chamado, tem dimensões ainda maiores do que os da Costa do Sauípe, o complexo turístico da Bahia que movimenta, por ano, R$ 170 milhões, embora o número de quartos do projeto fluminense seja menor – aproximadamente 1.000 contra 1.600 do empreendimento baiano. A obra começa com a construção de um Club Med, seguida de uma unidade da rede Sheraton.
Ainda na Região dos Lagos, outros R$ 120 milhões serão investidos no setor turístico. Desta vez na Praia de Tucuns, vizinha à Praia de Geribá, no município de Búzios, onde a Construtora Wrobel e a Plarcon Engenharia se uniram para erguer o Resort Super Club Breezes. Será um resort operado pelo grupo jamaicano SuperClubs, com inauguração prevista para 2008, que contará com 329 unidades para acomodação dos hóspedes, sugerindo uma sofisticada vila de pescadores e voltado para a prática de esportes náuticos.
O grupo SuperClubs está há 28 anos no mercado hoteleiro e conta com 14 resorts, sendo 13 no Caribe e um no Brasil.
Na Baía de Ilha Grande o grupo espanhol Sol Meliá, junto com a João Fortes Engenharia, inaugura, ainda este ano, o Meliá Angra Resort – Mariana & Convention, em Angra dos Reis. A obra está em fase de acabamento e é o primeiro resort do grupo no Cone Sul.
Está localizado numa área de 98 mil metros quadrados, em frente à Ilha do Pimenta, sendo que 40 mil metros foram destinados à reserva natural. Será o maior complexo hoteleiro com marina integrada no litoral brasileiro, com capacidade para 320 embarcações, um grande centro de convenções e 200 apartamentos e bangalôs.
CSN
A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) pretende instalar no Estado do Rio de Janeiro uma usina de placas de aço. A implantação da nova unidade, que corresponde a um investimento de R$ 4,7 bilhões, será construída numa área próxima ao Porto de Sepetiba, no Município de Itaguaí, e terá sua produção voltada, exclusivamente, para o mercado externo.
A iniciativa da CSN faz parte da estratégia de transformar o Rio de Janeiro no maior produtor do setor siderúrgico da América Latina, reduzindo, inclusive, a dependência econômica do petróleo. A empresa espera produzir, inicialmente, três milhões de toneladas/ano, até atingir a marca de seis milhões de toneladas/ano. A expectativa é de que sejam gerados 10 mil empregos diretos na fase de implantação da usina e outros 2,8 mil na fase de operação.
Desenvolvimento Florestal
Uma das prioridades da Sedeis é buscar alternativas para geração de emprego e renda em regiões com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). O estímulo ao desenvolvimento florestal é uma das alternativas apontadas para conter o êxodo rural com destino à Região Metropolitana e, ao mesmo tempo, ampliar as atividades econômicas para os trabalhadores, buscando a recuperação de regiões degradadas, existentes, principalmente, em grandes extensões do Noroeste Fluminense.
No caso do plantio do eucalipto, o projeto de desenvolvimento florestal prevê a captação de investimentos privados para o plantio, em parcerias com produtores locais ou em áreas próprias das grandes empresas, além do investimento em indústria de produção de celulose. A meta prevista no projeto é o plantio de 80 mil hectares de eucalipto, até dezembro 2010.
O desenvolvimento florestal ganhou, este ano, um novo reforço com a aprovação do Projeto de Lei 383/07 que tornou mais rigorosa a silvicultura em território fluminense, melhorando a competitividade para atrair projetos do setor. A nova lei favorece plantações industriais de eucalipto, seringueira, bambu e pinho no interior do estado.
A lei de zoneamento-ecológico prevê uma contrapartida verde para as empresas, estabelecendo um percentual de espécies de Mata Atlântica a ser plantado para cada 100 hectares de monocultura implantada. Este percentual é estabelecido de acordo com o nível de degradação do solo já existente nas diferentes regiões.
Revitalização do Aeroporto Tom Jobim
O Aeroporto Internacional Tom Jobim está sendo revitalizado. Além de melhorar as operações para os vôos de passageiros, o setor de cargas ganhará reforço, com a abertura de um terminal para exportação, que entra em operação ainda este ano, possibilitando o incremento do comércio exterior. O projeto prevê ainda o aumento da segurança operacional, com a reforma de pátios e da pista, e mais conforto para os passageiros e companhias aéreas.
A Sedeis é parceira nesse projeto que inclui também obras de reurbanização não só das faixas da Linha Vermelha, principal acesso rodoviário ao aeroporto, mas também das favelas instaladas na região próxima ao terminal.
Todo o projeto está orçado em R$ 140 milhões com a conclusão prevista para dezembro de 2010. A expectativa é de que sejam criados, inicialmente, 90 novos postos de trabalho.
ThyssenKrupp CSA – Companhia Siderúrgica
Complexo do grupo alemão ThyssenKrupp (90%) em parceria com a Companhia Vale do Rio Doce (10%), no Distrito Industrial de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. Além de ser o maior investimento privado no País (R$ 8,1 bilhões), é o principal empreendimento do novo pólo siderúrgico que está sendo criado na região de Santa Cruz e Itaguaí. O pólo tornará o Estado do Rio de Janeiro o maior produtor de aço da América Latina.
O empreendimento compreende terminal portuário, coqueria, termelétrica e usina siderúrgica com capacidade de produção de aproximadamente cinco milhões de toneladas de placas de aço por ano para exportação. O complexo vai gerar 3,5 mil empregos diretos na operação e 18 mil empregos diretos nas obras, que já foram iniciadas. Em relação a empregos indiretos, estima-se que serão criados 10.500 na operação. A usina será inaugurada em março de 2009.
A Thyssen Krupp CSA é o maior investimento da ThyssenKrupp fora da Alemanha. Com o empreendimento da CSA e os das outras empresas que vão integrar o novo pólo siderúrgico, a produção do Rio passará de 7,655 milhões para quase 25,3 milhões de toneladas de aço por ano, e o estado será responsável por cerca de metade da produção nacional de aço.
Depois de já ter concedido incentivos financeiros para o projeto, o governo do estado está participando de articulações para garantir a infra-estrutura do empreendimento, como transporte e energia.
O pólo siderúrgico vai gerar no estado 18 mil empregos durante os três anos de obra e, depois, quando estiver funcionando, entre diretos e indiretos, quase 30 mil empregos – incluídos os gerados pela Gerdau e pela CSN.
Votorantim
A usina será instalada em Resende, Região do Médio Paraíba, integrando o novo pólo siderúrgico do estado. A instalação da unidade vai gerar 2,3 mil empregos diretos na construção e setecentas outras vagas no início da operação. A usina produzirá aços não-planos para a construção civil, com estimativa de 1 milhão de toneladas/ano. O término das obras está previsto para julho de 2009. O investimento será de 1,128 bilhão.
Fonte: PRODERJ – Governo do Estado do Rio de Janeiro
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Principais Investimentos no Rio além do petróleo
O Rio de Janeiro permaneceu como capital do Brasil até o ano de 1960. Com a mudança da capital para Brasília, criou-se uma indefinição do papel do novo estado perante o Brasil. As décadas seguintes foram marcadas pela desindustrialização da Região Metropolitana e pela transferência do setor financeiro da cidade do Rio de Janeiro para São Paulo.
Passados quase 50 anos deste esvaziamento político e econômico, o Rio de Janeiro dá sinais de reencontrar suas vocações e potencialidades, redefinindo seu papel na federação brasileira. Atualmente, o Estado do Rio de Janeiro passa por uma fase de grandes investimentos, que chegam a quase R$ 100 bilhões. A conjuntura política também é favorável. Registra-se um inédito alinhamento entre os governos federal, estadual e municipais, incluindo a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, que permite que esses investimentos sejam articulados com os interesses e as necessidades da sociedade fluminense. Clique aqui para saber mais.
Investimentos no turismo
Turismo, como economia sustentável, é a aposta forte do Secretário de Desenvolvimento da cidade de Itaboraí, Osório Luiz, que durante a semana se reuniu pela segunda vez com o setor de hotelaria e hospedagem, para apresentação das propostas, de ambas as partes – iniciativa privada e poder público – conforme ficou combinado na primeira reunião. Osório lembra que a Cidade das Águas, onde 65% do município são compostos de Mata Atlântica, não pode desperdiçar a oportunidade de crescimento que o Comperj trás com ele. “Estaremos percorrendo com o Prefeito Rafael Miranda, os pontos que merecerão atenção, para que projetemos as ferramentas necessárias para capitalizar Turismo” disse o secretário da cidade que no ano passado foi o maior ICM Verde do Estado. Clique aqui para saber mais.
Comperj – Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro
O Comperj – Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro – será construído numa área de 45 milhões de metros quadrados localizada no município de Itaboraí, com investimentos previstos em torno de US$ 8,38 bilhões. A produção de resinas termoplásticas e combustíveis consolidará o Rio de Janeiro como grande concentrador de oportunidades de negócios no setor, estimulará a instalação de indústrias de bens de consumo que têm nos produtos petroquímicos suas matérias-primas básicas e irá gerar cerca de 212 mil empregos diretos, indiretos e efeito renda, em âmbito nacional. Com início de operação previsto para 2012, o Comperj tem como principal objetivo aumentar a produção nacional de produtos
petroquímicos, com o processamento de cerca de 150 mil barris/dia de óleo pesado nacional.
Por sua dimensão, o Comperj transformará o perfil socioeconômico da região de influência do empreendimento – que inclui os municípios de Cachoeiras de Macacu, Casimiro de Abreu, Guapimirim, Itaboraí, Magé, Maricá, Niterói, Nova Friburgo, Rio Bonito, Rio de Janeiro, São Gonçalo, Saquarema, Silva Jardim, Tanguá e Teresópolis – e consolidará o Rio de Janeiro como grande concentrador de oportunidades de negócios no setor de petroquímicos. Sua produção estimulará a instalação, em municípios da área de influência do empreendimento, de indústrias de bens de consumo que têm nos produtos petroquímicos suas matérias-primas básicas. Clique aqui para saber mais.
















